Receitas Sobremesas

#EspecialNamorados – Pera com Especiarias

Junho chegou e pede um clima de romance, certo? Um delicioso jantar em uma noite fria, uma taça de vinho e uma sobremesa quentinha e aromática garantem o romantismo. A pera com especiarias é uma sugestão ideal para coroar esta noite e surpreende pela facilidade do preparo e pela explosão de sabores das especiarias que, além de aromáticas, aguçam os sentidos.

As especiarias têm origem em flores, frutos, sementes, cascas, caules ou raízes e permitem diversas utilizações ao mesmo tempo em que fazem diminuir a quantidade de sal, açúcar ou gordura que leva uma receita. Aqui, em combinação com a fruta, as especiarias trazem vida ao prato e perfumam a casa toda. Impossível não se apaixonar.

Ingredientes

4 peras
4 fatias de laranja
245g de açúcar
2 canela em pau
1 aniz estrelado
sementes de cardamomo
10 gramas de gengibre
4 cravos da índia
água o quanto baste

Modo de Preparo

Lave as peras e as descasque finamente, mantendo o cabo. Em uma panela, caramelize o açúcar junto ao cravo, o gengibre, a canela e o aniz. Coloque as peras, a laranja e o cardamomo e cubra tudo com água. Deixe cozinhar por 30/40 minutos em fogo baixo ou até as peras ficarem macias. Vire-as na metade do tempo para que cozinhem por inteiro. Sirva com uma bola de sorvete de sua preferência.pera com especiarias

Receitas Vegetais

Molho de Tomate perfeito

molho de tomate

O molho de tomate é uma das primeiras coisas que qualquer cozinheiro deve aprender a fazer – ele tem mil utilidades na cozinha, é fácil de preparar, conserva-se muito bem e ganha em sabor das versões industrializadas. Segredo não há, mas alguns truques e a escolha certa dos ingredientes farão do seu molho um espetáculo a parte.

O tomate
Fresco, natural e maduro, de preferência do tipo italiano, mais adocicados que as versões nacionais – assim devem ser os tomates para molho.

Para começar, o ideal é branquear o tomate – água fervente por um minuto e depois água fria. Retire a casca com cuidado e parta para retirar as sementes. Para obter um molho lisinho uma boa dica é utilizar um Passa Tomate, que vai dar esta textura suave de uma maneira super prática.

Cebola e Alho
Não há consenso sobre a utilização dos dois em um molho de tomate clássico. Quem ama, pode usar sem medo – a cebola traz dulçor ao molho e o alho com tomate é também um casamento perfeito.

Ervas aromáticas
Uma surpreendente variedade em oferta aqui: alecrim, manjericão, salsa, sálvia, tomilho… todos fazem bonito mas o manjericão talvez tenha nascido para isso: adicionar um sabor mediterrâneo, perfeito quando o assunto é molho de tomate. O alecrim deve ser usado com parcimônia, já que seu gosto é mais pronunciado. Cenoura e aipo também tem seus fãs e funcionam bem em um molho mais pedaçudo e encorpado, como um ragu.

Tempo de cozimento
Para fazer um bom molho de tomate você pode cozinhar os tomates por um tempo muito curto ou deixá-los borbulhar por pelo menos 40/50 minutos, porque eles só começam a liberar seus sucos ácidos após cerca de 10 minutos, e estes leve pelo menos meia hora para evaporar. Assim, se você tem em mãos tomates extremamente bons, tudo que eles precisam é um breve calor (ou nenhum) para se transformarem em um molho delicioso. Já para tomates comuns, um cozimento de cerca de 50 minutos trará o resultado desejado.

Se estiver fazendo grandes quantidades para armazenar (uma ótima ideia!), despeje em potes esterilizados e leve à geladeira ou congele. Ele dura 3 meses no freezer.

Ingredientes

800g de tomates maduros
2 colheres de sopa de azeite
1 cebola pequena picada
2 dentes de alho esmagados
1 colher de chá de açúcar
3 hastes de manjericão fresco

Modo de Preparo

Se usar tomates frescos, coloque-os em uma panela de água fervente e deixe por cerca de um minuto, até que as peles se dividam. Levante e descasque, depois corte grosseiramente. Use o passa tomates se preferir.

Aqueça o azeite em uma panela média em fogo médio-baixo e adicione a cebola picada. Cozinhe por cerca de cinco a sete minutos, até começar a ficar transparente. Junte o alho e cozinhe por mais dois minutos.

Junte os tomates, adicione o açúcar e as hastes do manjericão, reservando algumas folhas. Tempere levemente com sal a gosto.

Leve para ferver, em seguida, abaixe o fogo e deixe ferver por 45 minutos, mexendo ocasionalmente, até engrossar.

Teste o tempero, adicione as folhas de manjericão rasgadas e regue com um pouco de azeite extra-virgem antes de servir.

Dicas

Cinco tipos de cabides

tipos de cabides

Já notou que existem no mercado diversos tipos de cabides diferentes? E isso não é a toa! Roupas diferentes pedem cabides específicos para serem melhor armazenadas, conservadas e para manter seu closet seguro e evitar aquele indesejado franzido do ombro. Então, enquanto cabides de plástico genéricos podem fazer um trabalho aceitável, suas roupas certamente vão durar mais tempo e seu armário será mais organizado se você escolher o tipo certo. Utilizar o tipo certo de cabide para cada peça de roupa também torna mais fácil classificar e organizar seu armário, notar manchas ou outros danos e reduzir o tempo gasto com um ferro de passar.

CABIDES DE ARAME
Sejamos francos: eles geralmente são descartáveis. Servem para transportar a roupa da lavanderia para casa mas não é uma ótima ideia usá-los de forma permanente em seu closet. Se você ainda tem alguns deles, chegou a hora de trocar!

CABIDES PLÁSTICOS
Eles são uma boa opção para pendurar roupas de crianças e itens leves. Funcionam também para blusas, camisetas e vestidos simples, mas procure não utilizá-los em roupas muito pesadas.

CABIDES DE MADEIRA
Cabides de madeira são excelentes para casacos, blazers, calças mais pesadas e qualquer coisa com um pouco de peso. Eles são resistentes, não entortam e são esteticamente agradáveis. Além disso, madeiras de alta qualidade, como o cedro, podem combater odores e deter insetos.

CABIDE AVELUDADO
Cabides de veludo, em que o corpo do cabide é coberto de veludo (ou material semelhante a veludo), são ótimos para pendurar itens delicados de tecidos como seda ou chiffon, pois o material fornece uma superfície antiderrapante. Isso reduz os pontos de pressão e torna os itens menos propensos a escorregar. Cabides de veludo com recortes onde você pode posicionar correias são ideais para qualquer roupa com alças finas. Certifique-se de nunca pendurar itens úmidos em cabides aveludados, para não correr o risco de transferir a cor para a roupa.

CABIDES ESPECIAIS
A dica é investir também em tipos específicos que podem fazer diferença na organização de seu closet. Cabides com presilhas por exemplo são ótimos para manter as calças e saias no lugar, minimizando as rugas. Modelos para lenços, echarpes e cachecóis mantém os itens arejados e evitam acúmulo de mofo. Cintos e gravatas também possuem cabides específicos que facilitam a organização e visualização.

Quer organizar seu closet com muito estilo? Confira nossa seleção de itens que te ajudam a manter tudo no lugar com muito charme.

Receitas

Pizza do Sucesso

pizza caseira

Quem acompanha a @Utilplast no Instagram já descobriu o segredo da loja que faz sucesso em São Paulo desde 1970: nossos colaboradores (#TeamUtilplast). E vem de um deles, nosso gerente da unidade Itaim, Sid, a receita da pizza que foi feita em uma de nossas confraternizações mensais e fez o maior sucesso, igualzinho a nossa loja <3pizza caseira

Dica:
Para garantir pizzas incríveis, elas também foram assadas no forno Tramontina by Breville, que prepara uma pizza deliciosa em cinco minutos graças a sua potência de 1000W – uma praticidade! 

pizza caseira

A massa (para 1 disco de pizza)

Ingredientes

400ml de água morna (não pode ser quente!)
1/2 tablete de fermento biológico ou 1/2 sachê de fermento para pão
1 colher (sopa) azeite
Uma pitada de sal
Uma pitada de açucar
Farinha de trigo até dar ponto

Modo de Preparo

Misture todos os ingredientes e vá acrescentado a farinha de trigo aos poucos, até o ponto de desgrudar das mãos. deixe descansar por meia hora e abra a massa com um rolo.
Pré asse a massa antes de colocar o recheio e leve ao forno para finalizar.pizza caseirapizza caseira

Quer preparar deliciosas pizzas caseiras? Clique e confira nossa seleção de itens indispensáveis.

Dicas

Dicionário de cozinha: Brunoise, Julienne e Chiffonade

cortes em vegetais

Os nomes podem não ser familiares, mas provavelmente você já utilizou esses cortes de vegetais em seu dia a dia na cozinha. Quando se trata de vegetais e verduras existem cerca de 20 diferentes cortes clássicos além de outros, mais contemporâneos. A maioria requer apenas o uso da faca (e alguma habilidade!), mas existem cortes que devem ser feitos com o auxílio de utensílios especiais como mandolines, cortadores, boleadores e afins. Há também a opção do uso de equipamentos como processadores, que facilitam a tarefa principalmente quando é preciso padronização.

Os diferentes tipos de cortes não tem apenas função estética, embora sejam fundamentais em certas finalizações. Eles também são responsáveis por dar sabor e texturas variadas e garantem por exemplo que um prato tenha cozimento perfeito. Cubos de vegetais para uma sopa ficarão ainda melhores se cortados do mesmo tamanho, garantindo cozimento uniforme, assim como uma couve crisp ganha essa textura quando cortada na espessura certa.

Vamos falar agora sobre três cortes clássicos nas cozinhas profissionais e que podem fazer bonito também em seus pratos.cortes em vegetais
Julienne

É o mais versátil dos cortes, feito em finos bastões de 0,3 cm x 0,3 cm x 0,6 cm. Os legumes cortados em julienne podem ser usados para enfeitar, cozinhar no vapor, fritar, refogar e até mesmo crus. Geralmente é o corte do qual se deriva o brunoise.

cortes em vegetais
Brunoise
(lê-se brrunoass)

É um dos mais famosos cortes da cozinha clássica – cubinhos minúsculos, de 0,3 cm x 0,3 cm x 0,3 cm. Normalmente, esse corte é feito a partir do corte Julienne bem fino. Legumes cortados à Brunoise são ideais para saltear na manteiga, pois têm cozimento rápido, e como recheio de preparações. Este corte também é muito utilizado para cebolas e cogumelos.

cortes em vegetais
Chiffonade

Corte em formato de tiras finas obtidas através de enrolamento de folhas de verduras em tubo e corte perpendicular, como se estivesse fatiando um bolo ou pão. As espessuras podem variar um pouco, mas o corte fino é o mais tradicional, como o utilizado na cozinha mineira para a couve. Pode ser utilizado também para o corte de algumas ervas, como manjericão e salsinha.

Dicas:

  • Os cortes devem ser uniformes tanto no tamanho, como na forma, para que cozinhem por igual e tenham uma bela apresentação.
  • Use uma faca de qualidade e bem afiada.
  • Para cortar vegetais, não utilize a mesma tábua em que corta carnes.
  • Posicione uma toalha umedecida abaixo da tábua para que ela não escorregue na hora do corte.
  • Use um bom descascador para aproveitar ao máximo o alimento e não descarte cascas – elas podem e devem ser utilizadas em outras preparações.
  • Preste atenção na posição de seus dedos, eles devem estar recolhidos sob o alimento formando a famosa “mão de aranha”.

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Principais Receitas Vegetais

#Copa2018 Suiça – Batata Rösti

receita de batata rosti

O primeiro adversário do Brasil na Copa do Mundo 2018 será a Suiça (dia 17/06) e é de lá, mais precisamente do Cantão da Berna (a parte alemã da Suiça), que vem a Batata Rösti.
A palavra Rösti significa fina e crocante e define perfeitamente o prato – pequenos fios de batatas juntos que formam ao final uma crocante superfície e um interior macio. Irresistítivel.

Por aqui o prato chegou por meio de imigrantes que se instalaram na primeira colônia suíça em solo brasileiro e, como era de ser esperar, ganhou diversas versões mais abrasileirada. A receita original no entanto requer basicamente apenas dois ingredientes: batata e manteiga. Os sabores extras são opcionais – cogumelos, toucinho e queijos são os que garantem grandes combinações de sabores.

Dicas:
Na hora de escolher as batatas prefira as mais firmes, as do tipo holandesa são as mais indicadas.
Pré cozinhar as batatas no dia anterior garante ainda mais crocância ao prato.
Utilizar uma frigideira de ferro com fundo grosso faz toda diferença! Ela cozinha de maneira uniforme e sem queimar.

Ingredientes

5 batatas de tamanho médio com casca
25g de manteiga
1 colher de sobremesa de óleo vegetal
Sal e pimenta a gosto

Modo de preparo

Na véspera cozinhe a batata com casca por 15 minutos e deixe esfriar fora da geladeira de um dia para o outro.  Descasque e rale grosso no ralador (veja nossa seleção de raladores!).
Tempere com sal e pimenta a gosto.
Esquente uma frigideira de fundo grosso e coloque a manteiga para derreter junto com o óleo. Quando estiver bem quente adicione as batatas e as espalhe bem pela frigideira. Quando começar a dourar embaixo, com a ajuda de um prato vire-a para cozinhar o outro lado. Todo o cozimento deve levar cerca de 15 minutos (7,5 minutos para cada lado). Sirva em seguida.

Você Sabia?

Sal & Pimenta

Eles temperam nossa vida mas não se restringem apenas ao que comemos! Tão populares, o sal e a pimenta estão ligados não só à nossa sobrevivência, como também no desenvolvimento de civilizações ao logo da existência humana. Tanto o sal quanto as especiarias foram usados no passado como moeda de troca, e foram indiretamente responsáveis pela criação e queda de Impérios. Além disso, ambos chegaram a ser considerados tão — ou até mais — valiosos do que o ouro, e ajudaram a moldar o mundo como conhecemos atualmente.

Sal, na medida certa

O sal é o único mineral que as pessoas comem. É uma substância comum que tem sido procurada por animais e humanos desde o início dos tempos. Um dos registros mais antigos de que se tem notícia e que faz menção ao sal é um manuscrito chinês de farmacologia de 4,7 mil anos, que traz uma longa discussão sobre o emprego, métodos de extração do elemento e a descrição de mais 40 tipos diferentes de sal. Entretanto, o elemento começou a ser usado pelos seres humanos muito antes do surgimento da história escrita, e foi graças a ele que cidades inteiras se desenvolveram e se tornaram prósperas.

O sal teve um enorme impacto no desenvolvimento das civilizações, já que seu papel fundamental na preservação de alimentos não só facilitou a sobrevivência, como permitiu a mobilidade das populações. Os nossos ancestrais seguiam animais em busca de alimento e sal, e suas trilhas foram se transformando em estradas — ao longo das quais pequenos grupos começaram a se fixar, dando origem a comunidades, cidades e, eventualmente, países inteiros.

O sal também teve um papel econômico crucial ao longo da História. A cidade europeia mais antiga de que se tem notícia, Solnitsata, situada no território que hoje corresponde à Bulgária, floresceu por volta dos anos 4.700 e 4.200 a.C. nos arredores de valiosas nascentes de água salobra. Mais tarde, os fenícios se transformaram em verdadeiros mestres na extração e comércio de sal, e foi com os antigos romanos que o comércio se expandiu de verdade.

Passando para os dias atuais, cerca de 17% do sal que consumimos é encontrado naturalmente nos alimentos – do peixe aos vegetais. O restante da nossa ingestão vem do sal que acrescentamos ao cozimento dos alimentos e nos alimentos processados. Nas carnes processadas, o sal atua como aglutinante, controla a cor e melhora a maciez. No pão, fortalece o glúten na massa, proporcionando grãos, textura e força uniformes e permitindo que a massa se expanda sem rasgar. Desenvolve a dureza da casca e até a consistência no queijo. É, portanto, um alimento imprescindível em nossas vidas.

moedor de sal e pimenta

Uma pitada de pimenta

Nada como uma pitada de pimenta para acrescentar a qualquer prato um sabor diferenciado. Desde o século XV, as especiarias são produtos valorizados, importantes, e que dão um toque marcante na comida. A pimenta preta, conhecida aqui no Brasil como pimenta do reino, é e sempre foi a pimenta mais consumida e comercializada no mundo.

A pimenta do reino é um fruto da trepadeira “Piper Nigrum”, originária da Costa do malabar, trecho do litoral no sudoeste do subcontinente indiano. Durante a Idade Média, a pimenta do reino era a especiaria mais importante da Europa, e seu comercio era extremamente forte. Pelo fato de ter tanta força comercial, ela chegou a ser comercializada como moeda, provando o seu alto valor naquela época.

Pelo fato de ser um produto tão caro, se tornou um artigo de luxo, onde apenas as classes mais altas da sociedade tinham acesso. Antigamente, por não existir métodos de conservação dos alimentos, muitas especiarias eram usadas para esconder o gosto forte que se instalava nas carnes que se já encontravam em estado de decomposição, e a pimenta do reino era uma delas.

De sabor suave, e de leve picância, a pimenta do reino se tornou a rainha das pimentas e pode ser utilizada em absolutamente tudo. É a favorita dos cozinheiros, utilizada em diversos países do mundo, e anda sempre junto com o sal na hora de temperar. Seus grãos são secos ao sol igual o café e quando usados, devem ser moídos sempre na hora, pois assim o seu aroma e sabor ficam conservados.

moedor de sal e pimenta

Essencias no tempero

E já que os alimentos que ingerimos ganham vida e sabor com o uso do sal e pimenta, que tal utilizá-los da melhor forma possível?
A melhor dica é dispensar as versões já industrializadas e moer sal e pimenta na hora do uso. Basta um bom moedor e seus pratos ganharão a melhor versão dos dois temperos.

A pimenta é repleta de óleos essenciais altamente voláteis que evaporam logo que entram em contato com o ar. O cheiro que um pote de pimenta recém-aberto exala é prova disso. Ou seja, quanto mais desintegrada a pimenta, menor “área de resistência” seus aromas e sabores terão em relação ao ambiente. Por isso, um bom moedor de pimenta vai garantir que ela chegue ao prato com todo seu potencial e garanta muito mais aroma e sabor.

Já o sal não possui óleos aromáticos e o seu sabor não sofre tantas alterações quando previamente moído. O efeito do sal quando moído na hora é de textura, principalmente quando utilizado na finalização do prato.

Na hora de escolher seu moedor, atenção redobrada à qualidade da lâmina e da resistência do material.

Clique aqui e veja os melhores moedores do mercado, selecionados para você.

Você Sabia?
Até o início do século 20, barras de sal chamadas amoleh eram usadas como moeda oficial na Etiópia.A pimenta-do-reino, costumava ser usada pelos antigos egípcios durante rituais funerários que envolviam colocar seus grãos nas cavidades nasais dos faraós.

O sal também era usado pelos antigos egípcios durante rituais religiosos e na mumificação dos mortos.

Nos antigos teatros japoneses era costume jogar um pouquinho de sal sobre o palco antes das apresentações para afugentar espíritos malignos.

Os antigos gregos e romanos acreditavam que o consumo de cominho podia tornar a pele mais clara.

Pescadores europeus já salgavam o arenque e o bacalhau para poder armazená-los antes da Idade Média. Apesar de o sal ser utilizado para preservar os alimentos, na Idade Média, devido à falta de refrigeradores, as comidas acabavam estragando mais depressa. Assim, as especiarias eram utilizadas para dar sabor aos alimentos que já estavam um pouco “passados”.

Existem diversas menções ao sal na Bíblia, e ele é um dos símbolos utilizados no batismo.

E você já ouviu aquela história de que derrubar sal dá azar? Essa superstição surgiu graças à pintura “A Última Ceia” de Leonardo Da Vinci, que posicionou um recipiente com sal derramado diante da figura de Judas. Não se preocupe se você derrubar o sal… existe um antídoto! Basta jogar um punhadinho para trás sobre o ombro esquerdo.

Os soldados romanos costumavam receber rações especiais de sal chamadas salarium argentum como pagamento — e daí teria surgido a palavra “salário”. Vale lembrar que alguns historiadores negam que os romanos recebiam parte de seu pagamento na forma de sal.

Segundo dizem, os militares ganhavam tudo em dinheiro, e a origem da palavra “salário” estaria relacionada com a Via Salaria, a estrada usada para o transporte de sal até Roma.

O vocábulo “salada” também tem seu surgimento relacionado com os romanos e o sal, já que eles costumavam salgar verduras e legumes para dar mais sabor a esses alimentos.

brunch Dicas Receitas

Água aromatizada

como preparar água aromatizada

Seja no verão ou em qualquer outra estação do ano, hidratar-se é fundamental. Especialistas falam em 2 litros de água por dia para um adulto, quantidade que pode variar de acordo com peso, idade e estilo de vida. E é sempre bom lembrar que esta hidratação deve passar longe de refrigerantes açucarados – água ainda é nossa melhor fonte de hidratação! Isenta de calorias e super refrescante, você ainda pode adicionar a ela um pouco de sabor e aroma preparando versões de água aromatizada. Frutas frescas, legumes e ervas garantem muito mais do que um simples copo de água e são uma opção pra lá de charmosa para receber a família e os amigos. E a preparação pode e deve ser criativa, afinal, as possibilidades de sabor em sua água aromatizada são infinitas!

Mãos a obra
Você vai precisar de jarras, garrafas de vidro ou frascos com tampas ou suqueiras. A combinação fica a sua escolha – frutas e legumes que podem ser descascados ou não e, de preferência, versões orgânicas. Evite qualquer fruta que esteja excessivamente madura ou ervas que não pareçam frescas. Adicione a fruta, ervas, especiarias ou o que você quiser usar em seu recipiente e junte água fria. Simples assim! Use fatias finas ou cubos pequenos porque o sabor vai infundir mais rapidamente.

Seja paciente
Deixe a água descansar por algum tempo para permitir a infusão dos sabores. Quanto mais tempo ficar, mais saborosa a água será. Algumas frutas ou ervas infundirão mais rapidamente do que outras. Frutas cítricas por exemplo garantem sabor quase que instantâneo. Ervas demoram um pouco mais. Se você vai deixá-la descansar, isso pode ser feito em geladeira ou temperatura ambiente, acrescentando cubos de gelo no momento de servir.

Refil
Você pode reabastecer a água algumas vezes e deixá-la infundir novamente, mas os sabores vão ficando cada vez mais suaves.

O que usar
As possibilidades são muitas e algumas são especialmente boas para água aromatizadas:

Ervas: alecrim, tomilho, hortelã, manjericão, coentro, salsa;
Temperos: Paus de canela, vagens de cardamomo, gengibre fresco, cravo, baunilha;
Flores comestíveis: rosa, lavanda, flores cítricas, hibisco, amores-perfeitos, violetas (ou quaisquer que sejam 100% livres de pesticidas);
Frutas: Melão, frutas tropicais, frutas cítricas, maçãs, pêras;
Legumes: pepino, aipo, erva-doce, cenoura;
Água: Filtrada, de preferência

como preparar água aromatizada
Combinações deliciosas

Pepino + morango
Pode parecer inusitada mas a combinação garante uma bebida pra lá de refrescante

Tomate + manjericão
Quem diria! os ingredientes saem da massa e da salada e ganham o copo, trazendo uma sabor fresco para a água.

Abacaxi + Hortelã + Gengibre
Gosto tropical, sucesso garantido

Laranja + Funcho
Para um toque sofisticado em água infundida, use hastes e folhas de funcho perfumadas para infundir, além de fatias frescas de laranja

Framboesa + Laranja
Esmagar as framboesas ajuda a dar mais sabor à sua bebida

Melancia + Hortelã
Sabor refrescante e delicioso

Canela + maçã
Uma mistura clássica e aromática e um toque de outono em sua água, experimente!

Cítricos
Lima da Pérsia, Laranja, Grapefruit, Tangerina, Limão Siciliano… os cítricos são perfeitos para água aromatizada. Use sem moderação.

como preparar água aromatizada como preparar água aromatizada

Dica: Prepare água aromatizada para servir em um brunch. Confira nossas dicas aqui.

Nossas Marcas

Bialetti

moka bialetti

A Bialetti foi fundada em 1919 em Crusinallo, Itália, por Alfonso Bialetti, ainda hoje considerado um gênio industrial. Em 1933, a Moka Express revolucionou a forma de fazer café, tornando a Bialetti sinônimo de cafeteira. A marca do “homenzinho de bigodes”, criada nos anos 50 por Paul Campani, até hoje identifica uma rica linha de produtos, líderes em vendas e design no mundo todo.

Na Itália, onde a cozinha é o coração da casa, onde cozinhar é uma paixão e onde as refeições unem amigos e familiares, a Bialetti Moka Express é encontrada em nove entre dez lares e está presente também no Museu de Arte Moderna e no Guinness Book of Records. Seu design art deco revolucionou a maneira de preparar café em casa e permitiu à empresa estabelecer-se imediatamente entre os principais fabricantes italianos de cafeteiras.
moka bialetti

Mas, como tirar melhor proveito do método Moka de preparar café?

Não faltam razões para a Moka ser tão amada em todo mundo. É simples, tem o preço acessível, é portátil e extrai um café sensacional.

Processo
A água é adicionada a parte de baixo da Moka e o pó de café fica em cima, a cafeteira é colocada no fogo e o calor faz com que a água passe pelo filtro e o café aparece quase que como uma mágica na parte de cima da italiana. O resultado é uma bebida mais forte, mais próxima do expresso e muito aromática.

moka bialetti
Dicas

1) A qualidade da água
Utilizar de preferência água mineral. Águas com calcário modificam o gosto do café. Não usar água já quente para diminuir o tempo de saída. A água deve aquecer gradualmente.

2) Moagem ideal
Média para grossa.

3) A dose certa
Colocar água no recipiente de aquecimento sem superar o nível da válvula e encher completamente o filtro de café evitando pressioná-lo.

4) Evite queima
Coloque um pouquinho de água quente no fundo na parte de cima, isso evita que o café queime quando subir e tocar no ferro.

5) No fogão
Desligar o fogo assim que a cafeteira começar a “assoviar”. Além disso, utilizando fogo alto o vapor esquenta demais e o café fica com gosto de queimado. Pode-se começar com fogo alto, mas na metade do tempo de preparo para a frente o ideal é fogo baixo. Levante a tampa da cafeteira para evitar que o vapor de água caia, alterando o gosto do café.

6) Antes de saborear o café
Antes de servir o café, mexa-o com uma colher na cafeteira para uniformizar a densidade. Beba-o logo que esteja pronto para saborear ao máximo aroma e sabor.

7) A manutenção
Limpe com cuidado a cafeteira todas as vezes que fizer o café e não use sabão ou detergente, apenas água quente. Limpe o filtro com muito cuidado para não deixar resíduos. Se uma cafeteira é nova ou não é utilizada por muito tempo, faça dois ou três cafés com pouco pó antes de a utilizar normalmente.moka bialetti

Agora que você já conhece as dicas para preparar um delicioso café utilizando sua cafeteira Moka, clique aqui para ver todos os modelos disponíveis na Utilplast.

brunch Dicas Receitas

Preparando um Brunch

como preparar um brunch

O brunch surgiu na Inglaterra, em uma palavra que combina café-da-manhã (breakfast, em inglês) com almoço (lunch, em inglês). E ele funciona exatamente assim – como se fosse um café da manhã atrasado, uma refeição bem gostosa que mistura ítens servidos no desjejum e comidinhas leves, um programa ideal para domingos, refeições preguiçosas e estendidas e ocasiões festivas.

O horário ideal para servir um brunch seria entre 10 e 17 horas e a melhor dica é caprichar no cardápio! Uma boa cesta com variedade de pães é essencial. Não esqueça de incluir queijos, pastinhas cremosas, manteiga, geleias e uma bela torta, que pode ser salgada ou doce. Disponibilize também cereais matinais, sucos, café, chás e leite.

Como a ideia é que seja uma refeição que é quase um almoço, é importante que exista uma boa variação entre os pratos quentes e frios dentro do menu. Além dos ítens já citados, mais comuns no café da manhã, ofereça também um prato como uma massa, um couscous marroquino e uma bela salada verde ou de grãos com frutas. Dê preferência a pratos simples – se puderem ser preparados com certa antecedência, melhor ainda – tortas e quiches são ótimas dicas. Bruschettas com cogumelos salteados na manteiga, canapés com salmão defumado e creme azedo, omeletes e ovos mexidos trazem elegância e sabor ao menu. Vale a pena investir em uma receita mais caprichada.

E não esqueça, claro, da parte doce! Um bolo sempre faz sucesso. Frutas também são ótimas opções e podem ser descascadas, picadas e servidas em bowls com gelo, que além de práticos e charmosos vão dar um toque todo especial na decoração. Doces cremosos e os do tipo compota acompanham queijos e pode ser servidos em charmosas compoteiras.

E se a ideia é que seja uma refeição especial, não esqueça de incluir também uma bebida: espumante, vinho tinto ou branco ou mesmo um delicioso clericot ou uma refrescante sangria fazem bonito na hora do brunch. E flores! Flores garantem o clima da ocasião e complementam a decoração – aproveite para utilizar objetos comuns e transformá-los em pequenos arranjos espalhados pela mesa. Fica um charme!

Sugestões fáceis para o cardápio:

pastinha de salmao defumado

Pastinha de Salmão Defumado

Ingredientes

100g de queijo tipo cottage
200g de salmão fumado
Folhas de dill a gosto
Suco de 1/2 limão

Modo de Preparo

Junte todos os ingredientes no mixer até que esteja homogêneo

*dica: para um sabor mais suave, substitua o dill por cebolinha.

 

receita bruschetta

BRUSCHETTAS COM RICOTA DE ERVAS E COGUMELOS

Ingredientes

3 colheres de sopa de manteiga sem sal
2 pacotes de cogumelos frescos (Paris, shimeji, shiitake, portobello)
¼ xícara de vinho branco
4 dentes de alho amassados
1 dente de alho inteiro e descascado
Sal
Pimenta do reino
6 fatias do seu pão favorito de estilo rústico
Ricota de ervas (receita abaixo)
folhas de tomilho para finalizar

Modo de Preparo

Aqueça uma frigideira ou panela de fundo grosso em fogo médio-alto; adicione a manteiga e, uma vez derretida, adicione os cogumelos e refogue por cerca de 7-8 minutos, até que fiquem dourados e comecem a caramelizar. Eles vão, no início, liberar bastante líquido, mas ele evapora.

Adicione o vinho, e uma vez que tenha reduzido (após cerca de 30 segundos), adicione os 4 dentes de alho amassados e o tomilho, e misture-os para incorporar. tempere com sal e pimenta. reserve.

Torre as fatias de pão e, em seguida, esfregue o dente de alho restante sobre cada fatia.

Espalhe a ricota com ervas generosamente sobre cada fatia da torrada com alho e, em seguida, distribua uma quantidade generosa dos cogumelos salteados em cada peça.
Finalize com um pouco de tomilho.

Ricota de ervas
½ xícara de ricota fresca
½ xícara creme de leite batido em chantilly
¼ xícara de queijo parmesão ralado
1 colher de sopa de cebolinha picada
1 colher de sopa de salsinha picada
1 colher de chá de folhas de tomilho picadas
Pitada de sal e pimenta
Adicione todos os ingredientes em um mixer ou mini processador e misture tudo até ficar homogêneo. Use imediatamente, ou mantenha em um recipiente coberto na geladeira até que esteja pronto para servir.

couscous
Couscous Marroquino com Tomate e Ervas

Ingredientes

3 xícaras de tomates cereja  cortados ao meio (ou tomate comum em cubos)
2 pepinos sem sementes e picados em cubos
1 limão espremido
3 colheres de chá de sal
1 1/2 xícaras de couscous marroquino
2 xícaras de água
raspas de limão
1/4 xícara de azeite extra-virgem
Sal e pimenta
1 xícara de folhas de hortelã ou manjericão rasgadas

Modo de Preparo

Coloque os tomates, pepinos e suco de limão em uma tigela com 2 colheres de chá de sal. Reserve.

Coloque o couscous em um bowl grande. Em uma panela ferva a água. Junte a água fervendo à tigela com couscous. Inclua as raspas de limão, o azeite, tempere com sal e pimenta e mexa para separar quaisquer grumos. Cubra com uma tampa, prato ou filme plástico, reserve por 5 minutos e depois solte os grãos com um garfo. Adicione o tomate e pepino reservados e finalize com a erva escolhida.receita sangria

Sangria

Ingredientes

1 laranja-pêra sem casca, sem pele e sem sementes, cortada em pedaços
1 laranja-pêra com casca e sem sementes, cortada em rodelas
1 limão taiti com casca, cortado em rodelas
1 maçã vermelha e 1 maçã verde com casca, cortadas em fatias ou pedaços grandes
1 xícara (chá) de abacaxi cortado em pedaços
1 colher (sopa) de açúcar
1 colher (sopa) de cointreau (licor de laranja)
3 colheres (sopa) de brandy
1 garrafa de vinho tinto seco (750 ml)
Suco de 1 limão
1 xícara (chá) de água mineral gasosa
2 paus de canela pequenos

Modo de preparo 

Em uma jarra grande, coloque as frutas e polvilhe-as com o açúcar.
Adicione o cointreau e o brandy.
Deixe repousar por 15 minutos.
Junte o vinho gelado, o suco de limão, a água e a canela.
Misture e, se necessário, acrescente mais açúcar.
Sirva bem gelado.
Se preferir, decore as taças com paus de canela.
(fonte: Cultura Espanhola.com.br)