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Rosa, suave e adorável

rosa

Doce e delicado, chocante e kitsch. Do masculino ao feminino, a cor rosa é o tom do charme e da gentileza. Esta cor intuitiva e perspicaz mostra ternura e gentileza e, na psicologia das cores, é um sinal de esperança. É uma cor positiva que inspira sentimentos calorosos e reconfortantes e aquela sensação de que tudo ficará bem. A cor rosa acalma e reafirma nossas energias emocionais, aliviando sentimentos de raiva, agressão, ressentimento, abandono e negligência. Estudos confirmaram que a exposição a grandes quantidades de rosa pode ter um efeito calmante, pois coloca as pessoas em contato com o lado carinhoso de si mesmas.

O rosa, rosáceo ou rosado, é uma cor intermediária entre magenta e vermelho, sendo assim uma cor quente. Existem, porém, muitas nuances diferentes desta cor e um mundo de curiosidades em torno dela.rosa_pantone

  1.  São 50 tons de rosa catalogados pelo homem, entre eles, nomeados e conhecidos como quartzo rosa, magenta, antigo, bebê, rosa choque, pink, fúcsia e outros;
  2. Existe uma cor chamada Baker-Miller Pink ou Drunk Tank Pink (RGB: R: 255, G: 145, B: 175) que é muito usada nos Estados Unidos para acalmar detentos na cadeia. No final de 1960, depois de estudos, ficou comprovado que a escolha do tom, que coloriu as celas, refletia alterações correspondentes no sistema endócrino, o que produz hormônios, deixando os presos relaxados, já que o rosa reduziria a taxa cardíaca, o pulso e respiração;
  3. O jornal financeiro mais famoso do mundo, Finantial Times, é desde 1888 impresso em papel cor de rosa. Isso porque antigamente, a cor era masculina, e o jornal, era exclusivamente lido por homens;
  4. Madame de Pompadour (1721 – 1764), símbolo do estilo Rococó, era amante da arte e com um gosto altamente sofisticado. Ela trouxe à moda a combinação do rosa com azul-claro, uma mistura difícil de ser preparada. Por causa dela, uma fábrica de porcelanas criou o “Rosa Pompadour“, um tom com nítidos traços de azul, um pouco de preto e de amarelo;
  5. Para muitos, o Magenta pode parecer uma mistura de rosa e violeta, mas ele é na verdade, o vermelho mais puro: não pode ser obtido pela mistura de qualquer tom, porque ele não contém nenhuma outra cor. Por isso que no design, ele é utilizado como cor básica;
  6. O Magenta foi batizado com esse nome pelos químicos franceses em 1858, quando conseguiram produzi-la como cor de anilina. Magenta é uma cidade no norte da Itália, onde, pouco tempo antes, os austríacos haviam sido derrotados pelos franceses, na chamada batalha (sangrenta) de Magenta;
  7. Segundo a NASA existe um planeta rosa que orbita uma estrela bem parecida com o Sol, a 57 anos luz da Terra. A origem desse planeta, de cor que varia de um cereja escuro a um magenta, porém, é um mistério. Os pesquisadores conseguiram capturar uma imagem dele usando o telescópio Subaru, no Havaí. Sua cor rosada indica que ele tem menos nuvens encobrindo do que outros exoplanetas observados, o que significa que os estudiosos conseguem investigar mais a fundo a sua atmosfera e especular sobre quais são os componentes dela;
  8. Fúcsia é a denominação para um cor-de-rosa intenso e purpúreo, que existe nas flores da planta do mesmo nome. Foi dado em homenagem a Leonard Fuchs, botânico sueco do século XVI.
  9. Para o Feng Shui, rosa representa a união da terra e do céu, do material e do espiritual. A cor também é considerada uma variação do vermelho, contendo uma forma suave de energia yang (masculina) expressando alegria e jovialidade. Nos ambientes é uma boa cor para halls de entrada, dormitórios e salas de estudo.
  10. Desde 2015, magenta é a cor do logo Utilplast <3

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(fonte: Follow the Colors)

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Porcelana, Cerâmica, Faiança ou Louça?

tipos de louça

É possível que muita gente ainda tenha dúvidas sobre as diferenças entre porcelana, cerâmica, faiança e louca, inclusive porque os materiais são, de fato, muito parecidos. Apesar das semelhanças, há no entanto algumas diferenças importantes a serem consideradas na hora da compra. A principal é na composição de cada uma delas e também o número de queimas (a temperatura a qual a cerâmica é submetida).tipos de louça

Cerâmica

Cerâmica é um termo amplo que inclui diversos itens produzidos a partir de argila natural endurecida pelo calor. A palavra vem do grego “kéramos” (“terra queimada” ou “argila queimada”) e trata-se de um dos materiais mais antigos produzidos pelo homem, frequentemente encontrado em escavações arqueológicas. No princípio, a produção tinha funções apenas ornamentais mas com o tempo e a modernização dos processos de fabricação, tornou-se altamente funcional sem no entanto perder seu charme estético. Com ampla utilização, a cerâmica pode ser encontrada em diversos produtos com as mais variadas funções, como estátuas de jardim, azulejos decorativos, isoladores elétricos, fibra ótica e, claro, nos ítens de cozinha que tanto amamos. geralmente um pouco mais pesada do que a porcelana.

Trata-se de um material de grande resistência que tem como matéria prima, além da argila, que é primordial, outras substâncias como feldspato, sílica, e também podem apresentar alguns aditivos para o incremento de suas propriedades finais, tanto para acelerar sua secagem, quanto para atribuir maior rigidez ao resultado final. Geralmente o produto final é mais pesado do que a porcelana e com maior porosidade.tipos de louça

Porcelana

Um processo que se originou na China por volta de 1300, a porcelana nada mais é do que uma variedade de cerâmica dura, branca e translúcida, preparada essencialmente com caulim, podendo ser ou não vitrificada. Ela é delicada, impermeável e translúcida, fina, leve e brilhante quando esmaltada. A porcelana se distingue de outros produtos cerâmicos, especialmente, da faiança e da louça, pela sua vitrificação, transparência, resistência, completa isenção de porosidade e sonoridade. Ela é feita com argila branca de altíssima qualidade e assada a 1.260º C, o que resulta em peças de cerâmica duras, fortes e translúcidas. Sua superfície é bastante lisa e trata-se do tipo de cerâmica mais seguro para uso na cozinha, por não ser aderente nem porosa e também pela possibilidade de ser colocada em lava-louças.tipos de louça

Faiança

A faiança é uma espécie de cerâmica branca menos rica em caulim que a porcelana e também menos pura. Produzida em baixa temperatura, com cozimento variando entre 900º e 1280ºC, elas são bastante resistentes, mas muito porosas, por isso necessitam passar por um processo de esmaltação. É por essa razão que as faianças acabam ganhando um tom marfim ou creme e que também, com o tempo, ganham um aspecto craquelado. Isso acontece porque a temperatura de cozimento da faiança é mais baixa do que a usada na porcelana. Assim, ao invés do esmalte se fundir à peça, ele a reveste como uma casca. A produção portuguesa e italiana são as mais conhecidas e tradicionais.

tipos de louça

Louça

É a manufatura que agrega todos os artefatos produzidos com estes materiais: cerâmica, faiança e porcelana, que se diferem apenas pela composição dos elementos. Todos são feitos com argila ou barro, queimados em fornos de alta temperatura.

tipos de louça

Você Sabia?
O tempo de usar louça combinada ficou para trás. O estilo Mix&Match chegou para ficar e trata-se basicamente da mistura de cores, formatos, estilos, estampas…  o que antes era considerado cafona, virou um estilo audacioso, divertido e contemporâneo. Escolha peças que tenham um elo entre si – pode ser o material, a paleta de cores, a forma e misture. Louças neutras são ótimos coringas para composições bem feitas. Para aderir, esqueça um pouco o convencional e ouse em peças-chave, independente de estilos.

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Sal & Pimenta

Eles temperam nossa vida mas não se restringem apenas ao que comemos! Tão populares, o sal e a pimenta estão ligados não só à nossa sobrevivência, como também no desenvolvimento de civilizações ao logo da existência humana. Tanto o sal quanto as especiarias foram usados no passado como moeda de troca, e foram indiretamente responsáveis pela criação e queda de Impérios. Além disso, ambos chegaram a ser considerados tão — ou até mais — valiosos do que o ouro, e ajudaram a moldar o mundo como conhecemos atualmente.

Sal, na medida certa

O sal é o único mineral que as pessoas comem. É uma substância comum que tem sido procurada por animais e humanos desde o início dos tempos. Um dos registros mais antigos de que se tem notícia e que faz menção ao sal é um manuscrito chinês de farmacologia de 4,7 mil anos, que traz uma longa discussão sobre o emprego, métodos de extração do elemento e a descrição de mais 40 tipos diferentes de sal. Entretanto, o elemento começou a ser usado pelos seres humanos muito antes do surgimento da história escrita, e foi graças a ele que cidades inteiras se desenvolveram e se tornaram prósperas.

O sal teve um enorme impacto no desenvolvimento das civilizações, já que seu papel fundamental na preservação de alimentos não só facilitou a sobrevivência, como permitiu a mobilidade das populações. Os nossos ancestrais seguiam animais em busca de alimento e sal, e suas trilhas foram se transformando em estradas — ao longo das quais pequenos grupos começaram a se fixar, dando origem a comunidades, cidades e, eventualmente, países inteiros.

O sal também teve um papel econômico crucial ao longo da História. A cidade europeia mais antiga de que se tem notícia, Solnitsata, situada no território que hoje corresponde à Bulgária, floresceu por volta dos anos 4.700 e 4.200 a.C. nos arredores de valiosas nascentes de água salobra. Mais tarde, os fenícios se transformaram em verdadeiros mestres na extração e comércio de sal, e foi com os antigos romanos que o comércio se expandiu de verdade.

Passando para os dias atuais, cerca de 17% do sal que consumimos é encontrado naturalmente nos alimentos – do peixe aos vegetais. O restante da nossa ingestão vem do sal que acrescentamos ao cozimento dos alimentos e nos alimentos processados. Nas carnes processadas, o sal atua como aglutinante, controla a cor e melhora a maciez. No pão, fortalece o glúten na massa, proporcionando grãos, textura e força uniformes e permitindo que a massa se expanda sem rasgar. Desenvolve a dureza da casca e até a consistência no queijo. É, portanto, um alimento imprescindível em nossas vidas.

moedor de sal e pimenta

Uma pitada de pimenta

Nada como uma pitada de pimenta para acrescentar a qualquer prato um sabor diferenciado. Desde o século XV, as especiarias são produtos valorizados, importantes, e que dão um toque marcante na comida. A pimenta preta, conhecida aqui no Brasil como pimenta do reino, é e sempre foi a pimenta mais consumida e comercializada no mundo.

A pimenta do reino é um fruto da trepadeira “Piper Nigrum”, originária da Costa do malabar, trecho do litoral no sudoeste do subcontinente indiano. Durante a Idade Média, a pimenta do reino era a especiaria mais importante da Europa, e seu comercio era extremamente forte. Pelo fato de ter tanta força comercial, ela chegou a ser comercializada como moeda, provando o seu alto valor naquela época.

Pelo fato de ser um produto tão caro, se tornou um artigo de luxo, onde apenas as classes mais altas da sociedade tinham acesso. Antigamente, por não existir métodos de conservação dos alimentos, muitas especiarias eram usadas para esconder o gosto forte que se instalava nas carnes que se já encontravam em estado de decomposição, e a pimenta do reino era uma delas.

De sabor suave, e de leve picância, a pimenta do reino se tornou a rainha das pimentas e pode ser utilizada em absolutamente tudo. É a favorita dos cozinheiros, utilizada em diversos países do mundo, e anda sempre junto com o sal na hora de temperar. Seus grãos são secos ao sol igual o café e quando usados, devem ser moídos sempre na hora, pois assim o seu aroma e sabor ficam conservados.

moedor de sal e pimenta

Essencias no tempero

E já que os alimentos que ingerimos ganham vida e sabor com o uso do sal e pimenta, que tal utilizá-los da melhor forma possível?
A melhor dica é dispensar as versões já industrializadas e moer sal e pimenta na hora do uso. Basta um bom moedor e seus pratos ganharão a melhor versão dos dois temperos.

A pimenta é repleta de óleos essenciais altamente voláteis que evaporam logo que entram em contato com o ar. O cheiro que um pote de pimenta recém-aberto exala é prova disso. Ou seja, quanto mais desintegrada a pimenta, menor “área de resistência” seus aromas e sabores terão em relação ao ambiente. Por isso, um bom moedor de pimenta vai garantir que ela chegue ao prato com todo seu potencial e garanta muito mais aroma e sabor.

Já o sal não possui óleos aromáticos e o seu sabor não sofre tantas alterações quando previamente moído. O efeito do sal quando moído na hora é de textura, principalmente quando utilizado na finalização do prato.

Na hora de escolher seu moedor, atenção redobrada à qualidade da lâmina e da resistência do material.

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Você Sabia?
Até o início do século 20, barras de sal chamadas amoleh eram usadas como moeda oficial na Etiópia.A pimenta-do-reino, costumava ser usada pelos antigos egípcios durante rituais funerários que envolviam colocar seus grãos nas cavidades nasais dos faraós.

O sal também era usado pelos antigos egípcios durante rituais religiosos e na mumificação dos mortos.

Nos antigos teatros japoneses era costume jogar um pouquinho de sal sobre o palco antes das apresentações para afugentar espíritos malignos.

Os antigos gregos e romanos acreditavam que o consumo de cominho podia tornar a pele mais clara.

Pescadores europeus já salgavam o arenque e o bacalhau para poder armazená-los antes da Idade Média. Apesar de o sal ser utilizado para preservar os alimentos, na Idade Média, devido à falta de refrigeradores, as comidas acabavam estragando mais depressa. Assim, as especiarias eram utilizadas para dar sabor aos alimentos que já estavam um pouco “passados”.

Existem diversas menções ao sal na Bíblia, e ele é um dos símbolos utilizados no batismo.

E você já ouviu aquela história de que derrubar sal dá azar? Essa superstição surgiu graças à pintura “A Última Ceia” de Leonardo Da Vinci, que posicionou um recipiente com sal derramado diante da figura de Judas. Não se preocupe se você derrubar o sal… existe um antídoto! Basta jogar um punhadinho para trás sobre o ombro esquerdo.

Os soldados romanos costumavam receber rações especiais de sal chamadas salarium argentum como pagamento — e daí teria surgido a palavra “salário”. Vale lembrar que alguns historiadores negam que os romanos recebiam parte de seu pagamento na forma de sal.

Segundo dizem, os militares ganhavam tudo em dinheiro, e a origem da palavra “salário” estaria relacionada com a Via Salaria, a estrada usada para o transporte de sal até Roma.

O vocábulo “salada” também tem seu surgimento relacionado com os romanos e o sal, já que eles costumavam salgar verduras e legumes para dar mais sabor a esses alimentos.

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Tapas & Pinchos

aperitivos

Populares na Espanha, as tapas e pinchos são aperitivos perfeitos para um encontro com amigos ou happy hour. Fáceis de preparar, e sobretudo de comer, estas preparações são ótimas para compartilhar e podem ter tantas variações quanto sua criatividade permitir. E criatividade é o que não falta aos chefs espanhóis, que ano após ano, vem transformando tapas e pinchos em verdadeiras obras de arte. Mas, afinal, qual a diferença entre eles?

Tapas são pequenas preparações – uma espécie de mini-refeição, que pode variar de algo simples e pequeno como uma seleção de azeitonas, a preparações mais complicadas como Patatas Bravas – que os espanhóis costumam comer em bares antes do jantar. A palavra tapas significa “cobrir” e uma história diz que antigamente os freqüentadores de bares usavam tapas para cobrir seus copos de xerez com o objetivo de manter as moscas longe.

Pinchos, por outro lado, são pequenos aperitivos frios ou quentes que são servidos espetados no pão. Eles são especialmente populares no norte da Espanha, onde os bares costumam exibir sua seleção fria em um balcão. Para contabilizar a conta, os garçons contam os espetos deixados no prato!

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3000 anos de história

Todo mundo adora e ele é o hit de todo verão, mas você sabia que o sorvete tem 3000 anos de história?

A história começa com os chineses há mais de 3 mil anos, que misturavam neve com frutas fazendo uma espécie de “raspadinha”. Esta técnica foi passada aos árabes, que logo começaram a fazer caldas geladas chamadas de sharbet, e que mais tarde se transformaram nos famosos sorvetes franceses sem leite, os sorbets.
Nos banquetes de Alexandre, o Grande, na Grécia, e nas famosas festas gastronômicas do imperador Nero, em Roma, os convidados já degustavam frutas e saladas geladas com neve. O Imperador mandava seus escravos buscarem neve nas montanhas para misturar com mel, polpa ou suco de frutas. O gelo era estocado em profundos poços construídos pelo povo.

Porém, a grande revolução no mundo dos sorvetes aconteceu com Marco Polo, que trouxe do Oriente para a Itália, em 1292, o segredo do preparo de sorvetes usando técnicas especiais. Assim a moda dos sorvetes espalhou-se por toda a Itália, e quando Catarina de Medici casou-se na França com o futuro Henrique II, entre as novidades trazidas da Itália para o banquete de casamento, estavam as deliciosas sobremesas geladas, as quais, encantaram toda a corte. Mas o grande público francês só teve acesso a estas especialidades um século depois quando Francesco Procópio abriu um café, em Paris, que servia bebidas geladas e sorvete tipo sorbet.

Os sorvetes se espalharam por toda a Europa e logo chegaram também aos Estados Unidos e a primeira produção de sorvete em escala industrial ocorreu nos Estados Unidos, há 40 anos. Hoje, no mundo todo, quem mais fabrica sorvete são os norte-americanos.

No Brasil, o sorvete ficou conhecido em 1834 quando dois comerciantes cariocas compraram 217 toneladas de gelo, vindas em um navio norte-americano, e começaram a fabricar sorvetes com frutas brasileiras. Na época, não havia como conservar o sorvete gelado e, por isso, tinha que ser tomado logo após o seu preparo. Um anúncio avisava a hora exata da fabricação. O primeiro anúncio apareceu em São Paulo, no dia 4 de janeiro de 1878, contendo a seguinte mensagem: SORVETES – Todos os dias às 15 horas, na Rua Direita, nº 44.

Três mil anos depois, é possível produzir sorvetes artesanais em casa, explorando todo o potencial das frutas da estação, de maneira fácil, saudável e divertida. Clique aqui para ver os utensílios essenciais e comece já a fazer seu sorvete.sorvete
(fonte: ABIS)