Drinks e Coquetéis Receitas

#FestaJunina – Quentão

receita de quentao

Feito sob medida para aquecer as noites frias, a origem do quentão não é exata. A bebida fumegante teria sido criada no interior de Minas Gerais e São Paulo, especialmente para as festas que homenageiam os santos juninos, mas também existem estudos apontando que a origem dessa bebida pode estar relacionada com o ciclo da cana-de-açúcar, ainda nos primeiros anos de colonização.
Independente do autor, a receita é sucesso nas Festas Juninas e perfeita para as noites frias de inverno. Fácil de preparar, ele é tradicionalmente feito com cachaça, açucar, gengibre e especiarias, mas pode sofrer variações de acordo com a região, ganhando adição de lascas de cítricos como laranja e limão, que conferem ainda mais aroma e personalidade.

Mas já que a cachaça é a estrela da bebida, vale a pena caprichar na escolha. Prefira as de alambique e de procedência garantida – o endereço do fabricante, o lote da bebida e outras informações legais do rótulo devem estar obrigatoriamente presentes, indicando que aquele alambique está atento aos procedimentos mínimos de regularização. O terroir também garante a compra de uma boa bebida – Salinas (MG), Paraty (RJ) e o Sul do Brasil são regiões que têm se destacado na produção de Cachaças Artesanais de qualidade. A Paraíba e a Bahia, também produzem rótulos de qualidade.

Então, separe os ingredientes e aposte no quentão!

INGREDIENTES

3 xícaras (chá) de cachaça
2 xícaras (chá) de água
1 ½ xícara (chá) de açúcar
1 colher (sopa) de gengibre ralado (um pedaço de cerca de 3 cm x 3 cm)
casca de 1 laranja
casca de 1 limão
2 ramas de canela
5 cravos-da-índia

MODO DE PREPARO

Em uma panela média, coloque o açúcar, o gengibre ralado (confira nossa seleção de raladores!), as cascas de laranja e de limão, a canela e o cravo. Leve ao fogo médio e deixe cozinhar até o açúcar derreter completamente e formar um caramelo dourado – mexa de vez em quando para não queimar.

Retire a panela do fogo e regue com a água aos poucos. Cuidado: se a panela estiver muito quente o líquido pode borbulhar. Mexa delicadamente para misturar – não se preocupe se parte do açúcar endurecer, ele vai dissolver durante o cozimento.

Volte a panela ao fogo médio e misture a cachaça. Assim que começar a ferver, abaixe o fogo e deixe cozinhar por 25 minutos.

Desligue o fogo e, com uma concha, sirva o quentão direto da panela e sirva a seguir em canecas ou copos de parede dupla.

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Nossas Marcas

Cuisipro

utensilios-cuisipro

A mesa onde comemos também nos conecta. Os horários das refeições – quando estamos comendo, compartilhando, relaxando – nos unem de maneira significativa. Seja com a família, em uma reunião informal com os amigos ou em uma noite com as crianças, a Cuisipro faz parte da preparação e serviço da comida que você ama. Comida, família e amigos – é disso que se trata a vida afinal, não?

Pensando nisso, a marca canadense Cuisipro projeta há 25 anos os melhores utensílios para preparar, incluindo raladores de última geração, inspirados na paixão pela culinária, no amor pelo excelente design e na dedicação para tornar a vida mais agradável. Seus produtos são concebidos por designers, moldados com a colaboração de chefs profissionais, entusiastas da cozinha e paladares internacionais da equipe global Cuisipro. Essa perspectiva internacional faz com que a marca mantenha sintonia com as tendências alimentares e mercados em constante mudança. utensilios-cuisipro

Inovação 
Função e estilo. A Cuisipro projeta com precisão. Seus protótipos são testados e os conceitos exaustivamente refinados para dar vida às melhores ideias. A marca trabalha a forma, materiais, manutenção, limpeza e como todos eles se juntam para criar algo de qualidade superior. Combinando materiais de alta qualidade com design funcional, a Cuisipro cria produtos duráveis, com acabamento de alta qualidade e sujeito a rigorosos padrões de teste – nenhum detalhe é esquecido para obter resultados excepcionais.

Prêmios
Por mais de 20 anos, a Cuisipro tem sido a orgulhosa recebedora de inúmeros prêmios de design – desde o prestigiado prêmio Reddot Design Award até o International Housewares Design Awards e o Design Plus Award.

O nome Cuisipro foi construído em uma lista de novas idéias, inovações e soluções inteligentes, alguns dos itens que tornaram a marca uma das favoritas dos cozinheiros gourmet em todo o mundo.

utensilios-cuisipro

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Bolos e Tortas Receitas

#FestaJunina – Bolo de Milho

como fazer bolo de milho

Ele é a estrela das comemorações juninas em quase todo o Brasil e aparece na pipoca, nos doces e bolos, na versão cozida e até assado na fogueira! O milho realmente é a cara do São João!

A origem histórica das tradições juninas é a Europa, quando os agricultores realizavam festas para comemorar as colheitas. Em Portugal, a tradição é celebrar a colheita do trigo, que acontece no verão europeu, entre os meses de junho e setembro. Com a colonização do Brasil, o costume foi introduzido aos poucos por aqui. No entanto, o Brasil não era um grande produtor de trigo na época, por isso, as festas começaram a ser celebradas com outro grão, o milho.

(clique aqui e confira dicas para organizar uma festa junina)

E já que estamos na época certa para encontrar este delicioso ingrediente, que tal aproveitar o clima junino e preparar um bolo, super prático e feito no liquidificador?
Uma sugestão cheia de charme é utilizar a receita para assar bolinhos individuais. Eles ficam uma graça na festa junina!

Ingredientes

2 xícaras de milho debulhado (dica: use um debulhador!)
1 xícara (chá) de farinha de trigo comum
1 xícara (chá) de leite
1 e 1/2 xícara (chá) de açúcar
3 ovos inteiros
3 colheres (sopa) de manteiga sem sal
100gr de coco ralado
1 colher (sopa) rasa de fermento em pó

Modo de Preparo

Bata bem no liquidificador os grãos de milho, o leite, os ovos e a manteiga até que os grãos estejam bem triturados.
Coloque a mistura em um bowl e acrescente a farinha de trigo, o açúcar, o coco ralado e, por último, o fermento, misturando bem até ficar homogêneo.
Unte e enfarinhe uma forma com um furo no meio e coloque para assar em forno preaquecido a 180ºC.
Asse por mais ou menos 50 minutos ou até que esteja dourado e passe pelo teste do palito.
Desenforme morno ou frio.

Dica:
Na hora de escolher espigas de milho prefira as que tiverem folhas flexíveis e bem verdes, com cabelo marrom-escuro. Caso já tenha sido debulhada, veja se a parte de baixo da espiga está macia – isso indica que ela está boa para consumo. Pressione os grãos: eles devem soltar um líquido branco quando apertados. Evite espigas com palha seca ou amarelada, ou ainda muito leves, sinal de que estão faltando grãos.

Clique aqui para encontrar em um só lugar todos os utensílios para preparar bolos incríveis.

Petiscos Receitas

Patês para petiscar

patê

Você sabia que aquele patêzinho que passamos no pão tem origem lá na Antiguidade? Desde aquela época os egípcios apreciavam a carne saborosa dos patos que migravam no inverno em uma espécie de pasta e gregos e romanos utilizavam o fígado de ganso, também em formato pastoso, para confeccionar pratos. Apesar de alguns países se considerarem os donos desta criação, foi mesmo na França, quando a região do sudoeste começou a produzir o foie gras (fígado de ganso), que o patê ganhou fama mundo afora. Aliás, o nome vem do francês pâté, de “pasta”, e é exatamente disso que se trata esse prato tão coringa – uma pastinha saborosa para acompanhar o pão, a torrada, vegetais… as possibilidades são muitas!

Na hora de reunir os amigos e a família o patê faz bonito no petisco e pode ser utilizado com muita criatividade. Facílimo de preparar e de servir, permite mil combinações de sabores e vai bem com outros clássicos do petisco, como torradinhas, crostinis e grissinis.

Basicamente tudo vira patê, basta que se utilize uma base neutra como ricota, requeijão, iogurte e até tofu para versões veganas. Os demais ingredientes podem variar a vontade – vegetais, queijos, carnes, ervas… o tempero pode ser bem básico: sal, pimenta e azeite já garantem um patê bem temperado e equilibrado. Há também versões de origem árabe, feitas com grão de bico e berinjela, que viram ótimos petiscos.

Dica:
Deixe para temperar somente na finalização e prove sempre o patê frio antes de servir, que é quando dá para perceber melhor os aromas e sabores.

Três receitas para receber
pates

PATÊ DE BETERRABA

1 beterraba ralada ou picada
1/2 xícara de ricota fresca
1 dente de alho
Suco de 1 limão grande
4 colheres de azeite
1 pitada de sal
1 pitada de pimenta do reino
1 copo de água

Bata tudo no liquidificador ou processador, acrescentando a água aos poucos até obter uma pasta lisa  homogênea. Sirva regado com azeite extra virgem.

 

PASTA DE GRÃO DE BICO (HOMUS)

1 kg de grão de bico cozido e escorrido (reserve 1/2 xícara da água do cozimento)
4 colheres (sopa) de tahine (pasta de gergelim)
2 dentes de alho amassados
Suco de limão a gosto
Azeite o quanto baste
Sal a gosto

Bata o grão de bico cozido no liquidificador com um pouco da água do cozimento (acrescente a água aos poucos pois o resultado não deve ser um creme muito mole). Reserve.
Misture bem o tahine com o limão, sal e o alho amassado, batendo com um garfo até ficar homogêneo. se necessário acrescente um pouco de água.
Junte o azeite e o creme de grão de bico batido e misture bem. Prove o tempero e acrescente mais sal ou limão se necessário.
Na hora de servir r
egue com mais um pouco de azeite e enfeite com folhas de hortelã ou salsinha picada. Sirva com pão sírio, italiano ou torradas.

 

PASTA DE ABACATE

1 abacate médio maduro
2 colheres (sopa) de iogurte
2 dentes de alho grandes
Suco de 1/2 limão
Sal e pimenta a gosto
Folhas de hortelã para decorar

Retire a polpa do abacate com a ajuda de uma colher.  Em um processador ou mixer, coloque o abacate o alho o sal e o suco do limão.
Junte o iogurte, misture bem e prove o tempero, ajustando se necessário.
Sirva frio decorado com folhinhas de hortelã.

 

Receitas Sobremesas

#EspecialNamorados – Pera com Especiarias

Junho chegou e pede um clima de romance, certo? Um delicioso jantar em uma noite fria, uma taça de vinho e uma sobremesa quentinha e aromática garantem o romantismo. A pera com especiarias é uma sugestão ideal para coroar esta noite e surpreende pela facilidade do preparo e pela explosão de sabores das especiarias que, além de aromáticas, aguçam os sentidos.

As especiarias têm origem em flores, frutos, sementes, cascas, caules ou raízes e permitem diversas utilizações ao mesmo tempo em que fazem diminuir a quantidade de sal, açúcar ou gordura que leva uma receita. Aqui, em combinação com a fruta, as especiarias trazem vida ao prato e perfumam a casa toda. Impossível não se apaixonar.

Ingredientes

4 peras
4 fatias de laranja
245g de açúcar
2 canela em pau
1 aniz estrelado
sementes de cardamomo
10 gramas de gengibre
4 cravos da índia
água o quanto baste

Modo de Preparo

Lave as peras e as descasque finamente, mantendo o cabo. Em uma panela, caramelize o açúcar junto ao cravo, o gengibre, a canela e o aniz. Coloque as peras, a laranja e o cardamomo e cubra tudo com água. Deixe cozinhar por 30/40 minutos em fogo baixo ou até as peras ficarem macias. Vire-as na metade do tempo para que cozinhem por inteiro. Sirva com uma bola de sorvete de sua preferência.pera com especiarias

Receitas Vegetais

Molho de Tomate perfeito

molho de tomate

O molho de tomate é uma das primeiras coisas que qualquer cozinheiro deve aprender a fazer – ele tem mil utilidades na cozinha, é fácil de preparar, conserva-se muito bem e ganha em sabor das versões industrializadas. Segredo não há, mas alguns truques e a escolha certa dos ingredientes farão do seu molho um espetáculo a parte.

O tomate
Fresco, natural e maduro, de preferência do tipo italiano, mais adocicados que as versões nacionais – assim devem ser os tomates para molho.

Para começar, o ideal é branquear o tomate – água fervente por um minuto e depois água fria. Retire a casca com cuidado e parta para retirar as sementes. Para obter um molho lisinho uma boa dica é utilizar um Passa Tomate, que vai dar esta textura suave de uma maneira super prática.

Cebola e Alho
Não há consenso sobre a utilização dos dois em um molho de tomate clássico. Quem ama, pode usar sem medo – a cebola traz dulçor ao molho e o alho com tomate é também um casamento perfeito.

Ervas aromáticas
Uma surpreendente variedade em oferta aqui: alecrim, manjericão, salsa, sálvia, tomilho… todos fazem bonito mas o manjericão talvez tenha nascido para isso: adicionar um sabor mediterrâneo, perfeito quando o assunto é molho de tomate. O alecrim deve ser usado com parcimônia, já que seu gosto é mais pronunciado. Cenoura e aipo também tem seus fãs e funcionam bem em um molho mais pedaçudo e encorpado, como um ragu.

Tempo de cozimento
Para fazer um bom molho de tomate você pode cozinhar os tomates por um tempo muito curto ou deixá-los borbulhar por pelo menos 40/50 minutos, porque eles só começam a liberar seus sucos ácidos após cerca de 10 minutos, e estes leve pelo menos meia hora para evaporar. Assim, se você tem em mãos tomates extremamente bons, tudo que eles precisam é um breve calor (ou nenhum) para se transformarem em um molho delicioso. Já para tomates comuns, um cozimento de cerca de 50 minutos trará o resultado desejado.

Se estiver fazendo grandes quantidades para armazenar (uma ótima ideia!), despeje em potes esterilizados e leve à geladeira ou congele. Ele dura 3 meses no freezer.

Ingredientes

800g de tomates maduros
2 colheres de sopa de azeite
1 cebola pequena picada
2 dentes de alho esmagados
1 colher de chá de açúcar
3 hastes de manjericão fresco

Modo de Preparo

Se usar tomates frescos, coloque-os em uma panela de água fervente e deixe por cerca de um minuto, até que as peles se dividam. Levante e descasque, depois corte grosseiramente. Use o passa tomates se preferir.

Aqueça o azeite em uma panela média em fogo médio-baixo e adicione a cebola picada. Cozinhe por cerca de cinco a sete minutos, até começar a ficar transparente. Junte o alho e cozinhe por mais dois minutos.

Junte os tomates, adicione o açúcar e as hastes do manjericão, reservando algumas folhas. Tempere levemente com sal a gosto.

Leve para ferver, em seguida, abaixe o fogo e deixe ferver por 45 minutos, mexendo ocasionalmente, até engrossar.

Teste o tempero, adicione as folhas de manjericão rasgadas e regue com um pouco de azeite extra-virgem antes de servir.

Dicas

Cinco tipos de cabides

tipos de cabides

Já notou que existem no mercado diversos tipos de cabides diferentes? E isso não é a toa! Roupas diferentes pedem cabides específicos para serem melhor armazenadas, conservadas e para manter seu closet seguro e evitar aquele indesejado franzido do ombro. Então, enquanto cabides de plástico genéricos podem fazer um trabalho aceitável, suas roupas certamente vão durar mais tempo e seu armário será mais organizado se você escolher o tipo certo. Utilizar o tipo certo de cabide para cada peça de roupa também torna mais fácil classificar e organizar seu armário, notar manchas ou outros danos e reduzir o tempo gasto com um ferro de passar.

CABIDES DE ARAME
Sejamos francos: eles geralmente são descartáveis. Servem para transportar a roupa da lavanderia para casa mas não é uma ótima ideia usá-los de forma permanente em seu closet. Se você ainda tem alguns deles, chegou a hora de trocar!

CABIDES PLÁSTICOS
Eles são uma boa opção para pendurar roupas de crianças e itens leves. Funcionam também para blusas, camisetas e vestidos simples, mas procure não utilizá-los em roupas muito pesadas.

CABIDES DE MADEIRA
Cabides de madeira são excelentes para casacos, blazers, calças mais pesadas e qualquer coisa com um pouco de peso. Eles são resistentes, não entortam e são esteticamente agradáveis. Além disso, madeiras de alta qualidade, como o cedro, podem combater odores e deter insetos.

CABIDE AVELUDADO
Cabides de veludo, em que o corpo do cabide é coberto de veludo (ou material semelhante a veludo), são ótimos para pendurar itens delicados de tecidos como seda ou chiffon, pois o material fornece uma superfície antiderrapante. Isso reduz os pontos de pressão e torna os itens menos propensos a escorregar. Cabides de veludo com recortes onde você pode posicionar correias são ideais para qualquer roupa com alças finas. Certifique-se de nunca pendurar itens úmidos em cabides aveludados, para não correr o risco de transferir a cor para a roupa.

CABIDES ESPECIAIS
A dica é investir também em tipos específicos que podem fazer diferença na organização de seu closet. Cabides com presilhas por exemplo são ótimos para manter as calças e saias no lugar, minimizando as rugas. Modelos para lenços, echarpes e cachecóis mantém os itens arejados e evitam acúmulo de mofo. Cintos e gravatas também possuem cabides específicos que facilitam a organização e visualização.

Quer organizar seu closet com muito estilo? Confira nossa seleção de itens que te ajudam a manter tudo no lugar com muito charme.

Receitas

Pizza do Sucesso

pizza caseira

Quem acompanha a @Utilplast no Instagram já descobriu o segredo da loja que faz sucesso em São Paulo desde 1970: nossos colaboradores (#TeamUtilplast). E vem de um deles, nosso gerente da unidade Itaim, Sid, a receita da pizza que foi feita em uma de nossas confraternizações mensais e fez o maior sucesso, igualzinho a nossa loja <3pizza caseira

Dica:
Para garantir pizzas incríveis, elas também foram assadas no forno Tramontina by Breville, que prepara uma pizza deliciosa em cinco minutos graças a sua potência de 1000W – uma praticidade! 

pizza caseira

A massa (para 1 disco de pizza)

Ingredientes

400ml de água morna (não pode ser quente!)
1/2 tablete de fermento biológico ou 1/2 sachê de fermento para pão
1 colher (sopa) azeite
Uma pitada de sal
Uma pitada de açucar
Farinha de trigo até dar ponto

Modo de Preparo

Misture todos os ingredientes e vá acrescentado a farinha de trigo aos poucos, até o ponto de desgrudar das mãos. deixe descansar por meia hora e abra a massa com um rolo.
Pré asse a massa antes de colocar o recheio e leve ao forno para finalizar.pizza caseirapizza caseira

Quer preparar deliciosas pizzas caseiras? Clique e confira nossa seleção de itens indispensáveis.

Dicas

Dicionário de cozinha: Brunoise, Julienne e Chiffonade

cortes em vegetais

Os nomes podem não ser familiares, mas provavelmente você já utilizou esses cortes de vegetais em seu dia a dia na cozinha. Quando se trata de vegetais e verduras existem cerca de 20 diferentes cortes clássicos além de outros, mais contemporâneos. A maioria requer apenas o uso da faca (e alguma habilidade!), mas existem cortes que devem ser feitos com o auxílio de utensílios especiais como mandolines, cortadores, boleadores e afins. Há também a opção do uso de equipamentos como processadores, que facilitam a tarefa principalmente quando é preciso padronização.

Os diferentes tipos de cortes não tem apenas função estética, embora sejam fundamentais em certas finalizações. Eles também são responsáveis por dar sabor e texturas variadas e garantem por exemplo que um prato tenha cozimento perfeito. Cubos de vegetais para uma sopa ficarão ainda melhores se cortados do mesmo tamanho, garantindo cozimento uniforme, assim como uma couve crisp ganha essa textura quando cortada na espessura certa.

Vamos falar agora sobre três cortes clássicos nas cozinhas profissionais e que podem fazer bonito também em seus pratos.cortes em vegetais
Julienne

É o mais versátil dos cortes, feito em finos bastões de 0,3 cm x 0,3 cm x 0,6 cm. Os legumes cortados em julienne podem ser usados para enfeitar, cozinhar no vapor, fritar, refogar e até mesmo crus. Geralmente é o corte do qual se deriva o brunoise.

cortes em vegetais
Brunoise
(lê-se brrunoass)

É um dos mais famosos cortes da cozinha clássica – cubinhos minúsculos, de 0,3 cm x 0,3 cm x 0,3 cm. Normalmente, esse corte é feito a partir do corte Julienne bem fino. Legumes cortados à Brunoise são ideais para saltear na manteiga, pois têm cozimento rápido, e como recheio de preparações. Este corte também é muito utilizado para cebolas e cogumelos.

cortes em vegetais
Chiffonade

Corte em formato de tiras finas obtidas através de enrolamento de folhas de verduras em tubo e corte perpendicular, como se estivesse fatiando um bolo ou pão. As espessuras podem variar um pouco, mas o corte fino é o mais tradicional, como o utilizado na cozinha mineira para a couve. Pode ser utilizado também para o corte de algumas ervas, como manjericão e salsinha.

Dicas:

  • Os cortes devem ser uniformes tanto no tamanho, como na forma, para que cozinhem por igual e tenham uma bela apresentação.
  • Use uma faca de qualidade e bem afiada.
  • Para cortar vegetais, não utilize a mesma tábua em que corta carnes.
  • Posicione uma toalha umedecida abaixo da tábua para que ela não escorregue na hora do corte.
  • Use um bom descascador para aproveitar ao máximo o alimento e não descarte cascas – elas podem e devem ser utilizadas em outras preparações.
  • Preste atenção na posição de seus dedos, eles devem estar recolhidos sob o alimento formando a famosa “mão de aranha”.

Clique aqui para ver uma seleção de utensílios especiais para cortes.

Principais Receitas Vegetais

#Copa2018 Suiça – Batata Rösti

receita de batata rosti

O primeiro adversário do Brasil na Copa do Mundo 2018 será a Suiça (dia 17/06) e é de lá, mais precisamente do Cantão da Berna (a parte alemã da Suiça), que vem a Batata Rösti.
A palavra Rösti significa fina e crocante e define perfeitamente o prato – pequenos fios de batatas juntos que formam ao final uma crocante superfície e um interior macio. Irresistítivel.

Por aqui o prato chegou por meio de imigrantes que se instalaram na primeira colônia suíça em solo brasileiro e, como era de ser esperar, ganhou diversas versões mais abrasileirada. A receita original no entanto requer basicamente apenas dois ingredientes: batata e manteiga. Os sabores extras são opcionais – cogumelos, toucinho e queijos são os que garantem grandes combinações de sabores.

Dicas:
Na hora de escolher as batatas prefira as mais firmes, as do tipo holandesa são as mais indicadas.
Pré cozinhar as batatas no dia anterior garante ainda mais crocância ao prato.
Utilizar uma frigideira de ferro com fundo grosso faz toda diferença! Ela cozinha de maneira uniforme e sem queimar.

Ingredientes

5 batatas de tamanho médio com casca
25g de manteiga
1 colher de sobremesa de óleo vegetal
Sal e pimenta a gosto

Modo de preparo

Na véspera cozinhe a batata com casca por 15 minutos e deixe esfriar fora da geladeira de um dia para o outro.  Descasque e rale grosso no ralador (veja nossa seleção de raladores!).
Tempere com sal e pimenta a gosto.
Esquente uma frigideira de fundo grosso e coloque a manteiga para derreter junto com o óleo. Quando estiver bem quente adicione as batatas e as espalhe bem pela frigideira. Quando começar a dourar embaixo, com a ajuda de um prato vire-a para cozinhar o outro lado. Todo o cozimento deve levar cerca de 15 minutos (7,5 minutos para cada lado). Sirva em seguida.